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Boletim Utah Jazz 57, 09 de Março de 2004.
The Utah Jazz are fighting for a playoff spot. Hello Jazz Fanzz. A semana que passou marcou uma série de jogos importantíssimos para o nosso time. E fizemos bonito. Vencemos duas vezes o Seattle Supersonics, vencemos o líder da NBA Sacramento Kings na casa deles, vencemos o Detroit um dos líderes da Divisão do Oeste e vencemos o Los Angeles Lakers no Delta Center como sempre lotado, por 88 x 83. Perdemos apenas para Indiana e Portland. Em todas estas vitórias uma grata surpresa: Gordan Giricek. Isso mesmo. A nossa nova aquisição está jogando muito bem. Na partida contra o Detroit Pistons ele anotou 24 pontos e contra o Lakers ele fez 21 pontos. Assim como Raja Bell que entra com muita raça em quadra, Giricek esta assumindo a responsabilidade sem medo. E o que foi muito dito que ele seria apenas um atacante e não um bom defensor, as estatísticas estão provando o contrário. É o tipo de jogador com muita capacidade, que estava encostado em um time devido ao esquema tático. |
Gordan Giricek comemora sua cesta, que dá a liderança do jogo para o Jazz contra o time do Los Angeles Lakers. (foto The Espn.com) |
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Olho clínico para contratar jogadores. Da mesma forma que Matt Harpring cresceu assombrosamente jogando pelo Jazz (quando deixou o Philladelphia e seu esquema pró-Allen Iverson), Giricek vem jogando muito bem após sair do Orlando com seu esquema totalmente voltado para Tracy Mcgrady. Interessante notar o olho clínico da diretoria do Utah Jazz. Matt Harpring, Raja Bell, Gordon Giricek (vamos aguardar alguns meses com relação a Giricek para afirmarmos alguma coisa), mas com relação a Harpring e Bell, eles representam bem o tipo de jogador desperdiçado em seus clubes anteriores, e que quando chegaram ao Jazz explodiram em qualidade. Vale mais uma vez ressaltar a mão do técnico Jerry Sloan nestes casos. Ele tira leite de pedra mesmo. Para outros, seriam jogadores secundários, para ele são jogadores de qualidade, bastando apenas encaixá-los no time na posição certa e utilizar suas melhores características. Ben Handgloten, tudo certo com ele. No artigo anterior mostrei meu desapontamento com o que a diretoria do Jazz havia feito com o jogador Ben Handgloten e disse que iria pesquisar um pouco para entender um caso. Pois bem, enviei um e-mail para Phil Miller, jornalista do The Salt Lake Tribune, e ele gentilmente me explicou o ocorrido: Na verdade Ben tem seu contrato garantido até o final da temporada, e receberá integralmente (como eu havia dito). O motivo dele ter ido para o Houston é que com a transação toda ocorrida, o Jazz ficaria acima do limite salarial e teria que pagar por isso. Desta forma Ben foi para o Houston (que pagará o salário dele), e foi dispensado. Isto tudo não mudou em nada a situação dele, já que o salário dele seria pago de qualquer maneira, independente por qual time. Mas ele está sem clube? Sim, está. Mas o contrato dele expiraria em Junho e não perdeu financeiramente com isso. A boa notícia que Phil Miller nos disse é que o Utah Jazz está muito grato pelo profissionalismo de Handgloten, e disponibilizará toda a infraestrutura do Jazz para ele, independente de não haver mais vínculo dele com o clube. E também é muito provável que Ben será convidado a treinar com o Jazz para a próxima temporada e se tudo der certo, voltar a jogar na NBA pelo nosso time. Foi uma ótima noticia para ele, e para nós também, pois fiquei com uma má impressão até entender como tudo ocorreu. Bem Fanzz, restam 18 partidas para o nosso time nesta temporada. Os próximos 9 jogos são teoricamente mais fáceis que os 9 últimos. Desta forma, precisamos ganhar o maior número possível agora, para entrar na última sequencia com uma boa vantagem sobre os outros times que estão disputando a última vaga dos playoffs conosco. A hora da arrancada é agora, vamos torcer como sempre. Um grande abraço Fanzz do Utah Jazz. Go Jazz Go !! |
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