The season came to a close earlier for The Utah Jazz. Olá Jazz Fanzz. Não deu. A tarefa era muito difícil. Além de termos que vencer quatro jogos, teríamos que torcer por duas derrotas dos Lakers ou do Sacramento Kings. Nada disso aconteceu e o Jazz pelo terceiro ano consecutivo vai assistir os playoffs de casa. Há 2 anos atrás ficamos na nona colocação assim como nesta temporada (1 posição abaixo da cobiçada e última vaga para a próxima fase). No ano passado tivemos uma campanha horrível com apenas 26 vitórias e 56 derrotas. Neste ano, com 15 vitórias há mais que na temporada passada (terminamos 41-41) o time tentou uma arrancada final, mas era tarde demais. Porém há uma grande diferença dos anos anteriores: Parece haver uma luz no final do túnel desta vez para o Utah Jazz.
Bem, a fórmula é simples: se conseguirmos fazer 100 ou mais pontos todos os jogos seremos campeões. A questão é mais complexa do que isso, mas ficou claro uma coisa: Se o Jazz estressar seus principais jogadores em quadra, a chance de vitória é enorme. O que podemos concluir com isto? A resposta é óbvia, e deve ser trabalhada nesta off-season: O Jazz não tem um banco de reservas que dê conta do recado. Não é fácil (ou mesmo possível) utilizar seus cinco jogadores principais por todas as partidas durante toda a temporada. O risco de contusões é enorme não apenas por colisões, mas por desgaste físico extremo. Sloan fez isso no final da temporada, e apesar de não termos classificado ficou a forte impressão de que tínhamos time para estar nos playoffs. A solução é termos um banco que, pelo menos, não faça o time cair tanto de produção quando alguns dos titulares saírem de quadra para recuperar o ar, como aconteceu durante a temporada deste ano. Com uma olhada clínica, quem é que temos no banco de reservas para desempenhar tal papel? Bem, antes do banco, vamos dar uma olhada em quem estava em quadra como titular: Mehmet Okur, Carlos Boozer, Andrei Kirilenko, Matt Harpring e Deron Williams. Eu considero sem dúvida um time Top 10 da NBA. O mais importante deste time é que 4 deles são certos no futuro do Utah Jazz tendo contratos longos com o time. Apenas Harpring estará sem contrato a partir de Julho mas a diretoria já deixou claro que é sua prioridade renovar com ele. Ou seja, manter o core do time é primordial, e isso irá ocorrer para as próximas temporadas. Ter um time base forte é essencial na NBA, mas um banco de reservas também faz parte do jogo e é nele que a diretoria terá que trabalhar para a próxima temporada. O banco do Jazz é pouco produtivo. Podemos dividi-lo em três categorias: respeitáveis, novatos e dispensáveis. Na categoria respeitáveis temos Gordan Giricek e Devin Brown. Entre os novatos temos Kris Humphries, C.J. Miles e Robert Whaley. Os demais são dispensáveis, infelizmente. Talvez uma chance para Keith McLeod dependendo do que o time fará nesta off-season. Acredito que o caminho está pavimentado para o futuro. O core está montando, bem pago, é novo, e provou que tem entrosamento. Muitos temiam Okur e Boozer juntos pois diziam que ambos jogavam na mesma posição, assim como diziam de Harpring e Kirilenko juntos. Tolices. Esses jogadores provaram que tem capacidade, jogam em equipe e respeitam o técnico. Podem ter certeza Fanzz que se a diretoria fizer a sua parte o time terá tudo para fazer bonito, não apenas na próxima temporada mas em muitas temporadas que virão. A propósito, diferente dos anos anteriores, Jerry Sloan já avisou que estará de volta para treinar este time no próximo campeonato. É uma ótima notícia. Agora acompanhar os playoffs de casa, é o que nos restou. Há alguns times interessantes para acompanhar como Indiana Pacers e Miami Heat no Leste e Phoenix Suns e Dallas Mavericks no Oeste. Espero que seja a última vez em muitas temporadas que tenhamos que escolher outro time para torcer nos playoffs. Eu sei, é a vida. Mas não será assim nos próximos anos. Um grande abraço Fanzz do Utah Jazz. Go Jazz Go ! Para adquirir seu e-mail @utahjazz.com.br, clique aqui. Gostaria de comentar este artigo.
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